Um homem de 29 anos foi detido na última segunda-feira, 9 de março de 2026, em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, após se apresentar voluntariamente na Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM). Ele estava sob um mandado de prisão preventiva devido à acusação de tentativa de feminicídio.
O suspeito, identificado pelas iniciais L.V.C., é investigado por um incidente ocorrido em 7 de março de 2026, no assentamento Portal do Faia, localizado na zona rural da cidade. De acordo com informações colhidas durante a investigação, a vítima sofreu um corte severo no rosto após um golpe com uma arma branca. Ela recebeu atendimento inicial e foi encaminhada para um hospital, onde passou por procedimentos médicos.
O processo investigativo, liderado pela autoridade policial, levou à coleta de provas substanciais contra o suspeito, resultando na solicitação de prisão preventiva. A medida foi prontamente deferida pelo Poder Judiciário e o mandado foi executado, encaminhando o acusado para os trâmites legais, onde permanece à disposição da Justiça.
"O cumprimento desse mandado reafirma nosso compromisso com a proteção das vítimas e a imposição da justiça", afirmou um oficial envolvido no caso.
As circunstâncias que levaram à emissão do mandado de prisão também foram discutidas em reunião na DAM, destacando a eficiência do trabalho policial.
A ocorrência chamou atenção para a importância das medidas preventivas e protetivas em casos de violência doméstica e de gênero, salientando o rigor com que a Justiça age nesses cenários. Informações de bastidores apontam um reforço nas políticas públicas voltadas para o combate à violência contra a mulher na região, com a participação ativa de entidades judiciais e policiais.
Neste contexto, a DAM tem ampliado as estratégias de acolhimento às vítimas, visando uma resposta célere e efetiva em situações similares, conforme fontes próximas ao órgão.
Os desdobramentos do caso ainda estão em andamento, com novas etapas processuais previstas. A comunidade aguarda os próximos passos da Justiça, que continuarão sendo monitorados por entidades de segurança pública, garantindo a transparência e a legalidade das ações.