Uma tragédia atingiu o estado do Amazonas na tarde desta sexta-feira, dia 13 de fevereiro de 2026, quando a lancha rápida Lima de Abreu XV naufragou nas águas próximas a Manaus. O desastre resultou na confirmação de duas mortes e no desaparecimento de sete pessoas.
Em meio à dor e à incerteza, 71 passageiros foram resgatados por outra embarcação que passava pela região do encontro dos rios Negro e Solimões, ressaltando a gravidade do ocorrido.
Uma força-tarefa coordenada pelo governo do Amazonas está mobilizada desde o momento do acidente, com o apoio do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e Marinha, além de equipes de assistência social. Mergulhadores iniciaram as buscas imediatamente na área afetada.
"A operação de busca continuará até que todos os desaparecidos sejam encontrados", afirmou o comandante da operação.
Os dois mortos foram identificados como sendo uma mulher de 22 anos e uma criança do sexo feminino de aproximadamente três anos. A criança chegou a ser resgatada, mas faleceu a caminho do Hospital e Pronto-Socorro da Criança, na zona leste de Manaus.
Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) para identificação formal e posterior liberação para as famílias, que estão recebendo apoio psicológico e emocional.
Dentre os sobreviventes, quatro adultos precisaram de atendimento médico; dois pacientes permanecem em observação, enquanto os outros dois já foram liberados.
O condutor da lancha foi detido e está sendo interrogado como parte da investigação para determinar as causas do naufrágio. As autoridades estão empenhadas em esclarecer as circunstâncias do incidente.