O governo federal sancionou nesta semana um plano estratégico voltado para acelerar o crescimento da energia solar no território nacional, com metas definidas até 2030.
O programa estabelece que a capacidade instalada de energia solar deve atingir 50 gigawatts até o final da década, representando um aumento significativo em relação aos atuais 15 gigawatts.
Entre as ações previstas, está o estímulo à instalação de painéis solares em residências, com incentivos fiscais para famílias de baixa renda, além da ampliação dos parques solares em áreas públicas e privadas.
O ministro de Minas e Energia declarou que essa iniciativa visa fortalecer a matriz energética limpa do país, reduzindo a dependência de fontes fósseis e promovendo a sustentabilidade ambiental.
"Investir em energia solar é garantir segurança energética e preservar o meio ambiente para as próximas gerações", afirmou o ministro.
O documento detalha ainda que o plano contará com a participação de diversos setores, incluindo empresas privadas, órgãos governamentais e universidades, para impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico.
Além disso, prevê a criação de linhas de crédito específicas para pequenos e médios produtores de energia solar, facilitando o acesso ao financiamento necessário para os projetos.
Especialistas consultados ressaltam que a adoção dessas medidas pode posicionar o país entre os maiores produtores mundiais de energia solar, contribuindo para a geração de empregos e o crescimento econômico.
O plano estabelece também metas intermediárias para 2025, incluindo a instalação de 30 gigawatts e a redução de custos para tecnologias solares em pelo menos 20%.
Para coordenar as ações, foi instituído um comitê interministerial, que terá a responsabilidade de monitorar os avanços e propor ajustes conforme necessário ao longo do período de implementação.