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Polícia Civil prende mãe e filha por suspeita de estelionato em Várzea Grande

A Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande efetuou as prisões em flagrante após relato de vítima.

26/03/2026 às 01:16
Por: Redação

Mãe e filha, com idades de 44 e 19 anos, foram detidas em flagrante na terça-feira, 24 de março de 2026, por equipes da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, Mato Grosso, sob suspeita de participação nos crimes de estelionato e associação criminosa.

 

As investigações tiveram início após uma moradora de Várzea Grande procurar a Polícia Civil para relatar que havia sido vítima de um golpe ao tentar adquirir um veículo por meio de aplicativo de vendas. Segundo a vítima, ao receber orientações dos supostos vendedores, ela transferiu trinta mil reais para uma conta bancária registrada em nome de uma mulher de 44 anos.

 

A partir das informações fornecidas pela vítima, os policiais civis conseguiram identificar e localizar a titular da conta bancária. Durante a abordagem, a mulher revelou ter cedido sua conta a terceiros, prática identificada como comum em casos de fraude. Ela também informou que a intermediação da negociação foi realizada por sua filha, de 19 anos, que atua em grupos de WhatsApp destinados à captação de contas bancárias para operações fraudulentas.

 

Após a coleta de depoimentos e diante dos elementos reunidos pela investigação, mãe e filha foram conduzidas para a Delegacia Especializada de Estelionato. Ambas foram interrogadas e autuadas em flagrante pelo delegado André Luis Prado Monteiro, responsável pela unidade.

 

Com a formalização dos autos, as duas suspeitas foram colocadas à disposição do Poder Judiciário. A Polícia Civil representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, justificando o pedido em razão da gravidade dos fatos apurados e do risco de reiteração criminosa.

 

Em relação ao andamento das apurações, o delegado André Luis destacou a existência de indícios quanto ao envolvimento de pelo menos outros dois suspeitos, além da possibilidade de atuação de um grupo criminoso organizado, especializado em fraudes eletrônicas.

 

“As investigações seguem em andamento, uma vez que há indícios da participação de ao menos outros dois envolvidos, além da possibilidade de atuação de um grupo criminoso estruturado, especializado em fraudes eletrônicas”, destacou o delegado André Luis.

 

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