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Polícia prende terceiro suspeito de estupro coletivo de adolescente

Jovem se entregou à Polícia Civil do Rio, acompanhado do advogado. Caso gera novas denúncias.

04/03/2026 às 16:15
Por: Redação

O terceiro foragido no caso de estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, ocorrido no Rio de Janeiro, entregou-se à Polícia Civil na manhã desta quarta-feira, 4 de março de 2026. Acompanhado do advogado, Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, o jovem é filho de José Carlos Simonin, ex-subsecretário de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do governo do Rio.

 

O apartamento, que pertence à família de Simonin, serviu de cenário para o crime, ocorrido em Copacabana. As imagens capturadas no local fazem parte do inquérito criminal. Cinco homens participaram do crime, de acordo com a polícia, sendo um menor de idade, contra o qual não há mandado de prisão. Os envolvidos respondem por estupro e por ato infracional.

 

Nesta terça-feira, 3 de março, dois criminosos foram encaminhados ao sistema prisional. A polícia espera que Bruno Felipe dos Santos Allegretti, o quarto suspeito, também se entregue ainda hoje. Advogados mantêm tratativas com a delegacia para a apresentação.

 

Investigações em andamento

Vitor Hugo, estudante do Colégio Pedro II, também é investigado por outro caso de estupro ocorrido em outubro de 2025. O delegado Ângelo Lages, responsável pelo caso, informou que novas vítimas foram encorajadas a denunciarem após tomarem conhecimento do ocorrido em Copacabana. Dois novos inquéritos foram abertos.

 

As denúncias adicionais evidenciam um padrão de comportamento entre grupos de agressores. A polícia civil intensifica as investigações para confirmar a participação dos suspeitos denunciados.

 

Detalhes do crime

Em janeiro, a vítima foi atraída ao local do crime sob a falsa promessa de uma visita inocente. Ao recusar participar de atividades sugeridas pelo grupo, a jovem foi trancada e abusada no quarto de um apartamento em Copacabana. Ela foi clara quanto a não querer interagir com mais ninguém além de um conhecido.


"O que deve ficar claro, principalmente para os meninos, é que não é não. Isso é fundamental", ressaltou o delegado à imprensa, enfatizando a importância do consentimento em relações.


As novas acusações revelam a extensão de um ciclo de abusos que pode ter mais envolvidos. As investigações seguem para responsabilizar todos os partícipes dos crimes reportados.

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