A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso do Sul realizou, nesta manhã (15), uma operação em Campo Grande através do Setor de Investigações Gerais (SIG) da 1ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher. A ação resultou no cumprimento de três mandados judiciais relacionados a crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher.
Essas diligências culminaram na execução de um mandado de prisão preventiva, além de dois mandados de monitoração eletrônica com uso de tornozeleira, todos expedidos pelo Poder Judiciário da Comarca de Campo Grande/MS. A iniciativa partiu após representações formais da autoridade policial.
Um dos casos envolveu a prisão preventiva de um homem de 48 anos, acusado de reincidência em crimes de violência doméstica contra sua ex-companheira, de 52 anos. Os registros apontam episódios de ameaças, agressões e descumprimento de medidas protetivas ao longo do ano de 2025. Episódios ocorreram na residência da vítima e justificaram a detenção preventiva devido à gravidade da conduta e ao risco à integridade da vítima.
A prisão visou garantir a ordem pública e assegurar a efetividade das medidas de proteção, segundo os boletins de ocorrência.
Os outros dois casos envolveram investigações sobre ameaças e descumprimento de decisões judiciais, conforme a Lei Maria da Penha. Em um dos incidentes, ocorrido em novembro de 2025, um homem de 56 anos ameaçou sua ex-companheira de 42 anos no bairro Residencial Terra Morena, apesar das medidas protetivas em vigor.
O terceiro caso investigado destacou um homem de 47 anos, acusado de violações às medidas protetivas e de intimidar sua ex-parceira de 39 anos em Campo Grande. A resposta judicial incluiu a imposição de monitoração eletrônica, visando garantir o cumprimento das ordens judiciais e a segurança da vítima.
A intenção é fiscalizar rigorosamente o cumprimento das medidas e assegurar proteção à vítima, delineou a autoridade policial.
Todos os mandados foram cumpridos com sucesso nesta manhã pela 1ª DEAM, reforçando o compromisso da Polícia Civil no combate à violência contra a mulher. As investigações permanecem ativas para a devida conclusão e encaminhamento ao Poder Judiciário.