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Reações internacionais ao ataque conjunto ao Irã

Japão, Rússia e União Europeia se pronunciam após ação militar dos EUA e Israel contra o Irã.

28/02/2026 às 16:11
Por: Redação

O ataque conjunto dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, ocorrido no sábado (28), resultou em reações imediatas de diversas nações. Algumas condenaram a ação, enquanto outras expressaram apoio à escalada militar no Oriente Médio.

 

O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, afirmou que as negociações com o Irã foram apenas uma fachada. Medvedev comparou a longevidade dos Estados Unidos, com seus 249 anos, ao antigo Império Persa, fundado há mais de 2,5 mil anos, questionando quem suportará por mais tempo.

 

Posições na Europa e Japão

Outro importante posicionamento veio do presidente francês, Emmanuel Macron. Ele destacou que o início de hostilidades entre Estados Unidos e Israel contra o Irã tem graves consequências para a paz e a segurança internacionais. Macron ressaltou medidas para garantir a proteção de territórios e interesses franceses no Oriente Médio.

 

O presidente espanhol, Pedro Sanchez, criticou a ação militar dos EUA e Israel, chamando-a de escalada perigosa que contribui para instabilidade global. Sanchez enfatizou a necessidade de diálogo e soluções políticas para evitar uma nova guerra prolongada no Oriente Médio.

 

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, mostrou preocupação com os eventos no Irã. Ela destacou a importância de garantir a segurança nuclear e evitar ações que possam intensificar tensões na região.

 

Preocupações na Ásia e Oriente Médio

No Japão, a primeira-ministra Takaichi Sanae instruiu as autoridades a intensificarem a coleta de informações para garantir a segurança dos cidadãos japoneses no local, após o anúncio de um ataque preventivo por Israel contra o Irã com envolvimento dos Estados Unidos.

 

O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, apelou aos libaneses para priorizarem o interesse nacional e evitar aventuras que ameacem a segurança e a unidade do país.

 

O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou que a Austrália apoia os Estados Unidos em suas ações contra o Irã, enfatizando a necessidade de impedir que o Irã desenvolva armas nucleares e continue ameaçando a paz internacional.

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