Promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC), o encontro reunirá os presidentes dos 27 tribunais eleitorais do Brasil. Além disso, diretores-gerais, assessores e diversos representantes da Justiça Eleitoral também estarão presentes nesta que é a última edição do evento antes das Eleições 2026.
A importância do evento é realçada pela presença do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques. O objetivo principal é fortalecer as instituições por meio do "Diálogo e Paz", buscando ampliar a cooperação entre os tribunais e alinhar estratégias para o próximo pleito.
A programação do COPTREL incluirá uma série de debates aprofundados, reuniões técnicas e discussões estratégicas. Todos os temas abordarão aspectos institucionais e operacionais cruciais para a organização e a condução eficiente das Eleições 2026, garantindo a preparação adequada da Justiça Eleitoral.
Ao longo dos três dias de atividades, presidentes, diretores-gerais e assessores dos tribunais regionais eleitorais participarão ativamente de painéis e sessões destinadas à troca de experiências. O foco será na construção de propostas concretas que poderão, posteriormente, ser submetidas e encaminhadas ao Tribunal Superior Eleitoral para avaliação.
A cerimônia de abertura oficial do encontro está marcada para o dia 11 de junho, e contará com a ilustre presença do ministro Kássio Nunes Marques. O evento ocorrerá na sede do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), marcando um momento significativo para os participantes.
No encerramento das atividades, todas as discussões e deliberações realizadas durante o encontro serão consolidadas. Essas conclusões formarão a base da "Carta de Florianópolis", um documento essencial que registrará os principais encaminhamentos institucionais definidos pelo 91º COPTREL, orientando futuras ações.
Criado há 31 anos, o Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais consolidou-se como um espaço vital para a integração e cooperação. Sua atuação é fundamental para o fortalecimento contínuo da Justiça Eleitoral brasileira, especialmente nos anos que antecedem a realização das eleições gerais, garantindo a lisura e eficiência dos processos democráticos.