O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) participará do 91º Encontro do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (COPTREL), que será realizado entre 10 e 12 de junho, em Florianópolis (SC). O presidente do TRE-MS, desembargador Carlos Eduardo Contar, será o representante da instituição no evento.
Promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC), o encontro reunirá os presidentes dos 27 tribunais regionais eleitorais brasileiros. Além dos líderes, diretores-gerais, assessores e outros representantes da Justiça Eleitoral também estarão presentes, marcando a última edição antes das Eleições de 2026. A participação do ministro Kássio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destaca a importância do evento.
Com a temática central “Diálogo e Paz”, o encontro visa fortalecer institucionalmente a Justiça Eleitoral. O objetivo é ampliar a cooperação entre os tribunais e alinhar estrategicamente as ações preparatórias para o próximo pleito. A programação inclui debates, reuniões técnicas e discussões aprofundadas sobre temas institucionais e operacionais cruciais para a organização das Eleições 2026.
Durante os três dias de atividades, presidentes, diretores-gerais e assessores dos tribunais regionais eleitorais terão a oportunidade de participar de reuniões e painéis. Esses espaços são dedicados à troca de experiências e à construção de propostas concretas, que poderão ser formalmente encaminhadas ao Tribunal Superior Eleitoral para consideração e implementação.
A abertura oficial do encontro está agendada para o dia 11 de junho, com a presença confirmada do ministro Kássio Nunes Marques, na sede do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC). Ao final do evento, as discussões e deliberações serão consolidadas em um documento final, a chamada Carta de Florianópolis, que registrará os principais encaminhamentos institucionais definidos durante o 91º COPTREL.
Criado há 31 anos, o Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais consolidou-se como um espaço fundamental para a integração, cooperação e fortalecimento da Justiça Eleitoral brasileira. Sua atuação é particularmente relevante nos anos que antecedem a realização das eleições gerais, contribuindo para a organização e a lisura do processo democrático.