O delegado-titular do GARRAS – Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros –, Hoffman Dávilla Cândido e Souza, marcou presença na manhã da última quinta-feira, dia 12 de março de 2026, em um evento crucial promovido pelos responsáveis pela prevenção a fraudes e inteligência compartilhada do Banco do Brasil. A participação do delegado teve como foco principal debater estratégias e alertar sobre os crescentes perigos cibernéticos, com destaque para a modalidade criminosa conhecida como “Cangaço Virtual”.
Durante o encontro, que reuniu especialistas e representantes do setor bancário, o delegado Hoffman detalhou as atribuições essenciais da unidade especializada que comanda, enfatizando a importância da atuação do GARRAS na repressão de crimes complexos que afetam tanto cidadãos quanto instituições financeiras. Ele ampliou o contexto sobre a colaboração entre a polícia civil e os bancos na construção de um ambiente de segurança mais robusto.
Em sua fala, o titular do GARRAS compartilhou uma série de dicas de segurança fundamentais, visando instruir o público a evitar cair em golpes e fraudes bancárias. Ele alertou veementemente sobre a necessidade de jamais dialogar com supostos funcionários de bancos por telefone, evitar clicar em links maliciosos recebidos por e-mail ou mensagens e, sobretudo, nunca fornecer dados pessoais ou senhas por telefone ou e-mail, pois são táticas comuns utilizadas por criminosos.
A vigilância constante e a desconfiança de contatos suspeitos são as primeiras linhas de defesa contra os golpes cibernéticos, prevenindo perdas financeiras significativas para as vítimas.
Uma das preocupações centrais abordadas foi a modalidade do “Cangaço Virtual”, um expediente cada vez mais sofisticado empregado por criminosos. Esta técnica envolve a utilização de softwares maliciosos e o engodo para acessar computadores e aparelhos celulares das vítimas remotamente, permitindo a realização de múltiplas transferências bancárias em um curto espaço de tempo, esvaziando contas de forma rápida e silenciosa.
O delegado Hoffman Dávilla reiterou a importância vital das parcerias estratégicas com os setores de inteligência dos bancos. Essa colaboração estreita é um pilar fundamental para a realização de um trabalho preventivo eficaz e, em situações onde um delito dessa natureza já tenha ocorrido, permite que o GARRAS atue prontamente para frustrar a ação dos criminosos ou, se já consumada, esclarecer o crime rapidamente.
A integração de esforços entre as forças de segurança e as instituições financeiras é crucial para antecipar ameaças e mitigar os prejuízos causados pelos crimes digitais e bancários.
Ao finalizar sua explanação, o delegado aproveitou a oportunidade para compartilhar brevemente sua rica trajetória profissional. Antes de ingressar na Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, ele atuou como escrivão de polícia na cidade de Goiânia, Goiás, por um período de cinco anos, acumulando experiência valiosa em diversas unidades policiais.
Sua carreira no Mato Grosso do Sul teve início em 2014, quando assumiu o cargo de Delegado de Polícia. Desde então, Dr. Hoffman Dávilla exerceu suas funções em importantes unidades, incluindo Costa Rica, a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC) Piratininga e a Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (DENAR).
Atualmente, o delegado Hoffman Dávilla Cândido e Souza desempenha sua nova e desafiadora missão à frente do GARRAS, a Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros. Sua experiência e conhecimento técnico são pilares essenciais para a segurança pública e o combate eficiente às fraudes no estado.