Um jovem de 25 anos faleceu após ingerir uma bebida alcoólica adulterada com metanol em Osasco, na região metropolitana de São Paulo. Este é o sétimo caso fatal no estado desde o início dos incidentes, no final de setembro.
O caso foi registrado no mais recente boletim do governo paulista, divulgado na terça-feira (22). São Paulo apresenta 42 casos confirmados de intoxicação por metanol, tornando-se o estado mais impactado por esse tipo de envenenamento.
Na capital, três mortes ocorreram: dois homens de 54 e 46 anos, e um de 45. Falecimentos similares também foram relatados em São Bernardo do Campo, Osasco e Jundiaí.
No último mês, o Brasil contabilizou dez mortes confirmadas devido a bebidas contaminadas com metanol, com dados do Ministério da Saúde indicando sete mortes em São Paulo, duas em Pernambuco e uma no Paraná. Outros onze casos permanecem sob investigação em diversos estados.
Os principais sinais de intoxicação incluem visão turva, desconforto gástrico e sintomas de gastrite. Ao perceber esses sintomas, buscar socorro imediato é crucial, pois a intoxicação pode levar à cegueira irreversível e à morte.
A intoxicação por metanol é uma emergência médica séria, com o metanol sendo metabolizado em formaldeído e ácido fórmico, substâncias altamente tóxicas. Os sintomas também incluem mal-estar, náuseas, vômitos e sudorese.
Sintomas identificados requerem busca urgente por assistência médica. Canais de apoio incluem o Disque-Intoxicação da Anvisa (0800 722 6001) e o Centro de Controle de Intoxicações de São Paulo (0800-771-3733).
É vital alertar e orientar aqueles que consumiram a mesma bebida para avaliação e tratamento imediatos, pois atrasos podem aumentar o risco de morte.