O governo do estado de São Paulo confirmou na noite de quarta-feira (4 de fevereiro de 2026) que um homem de 26 anos, residente de Mauá, região metropolitana, faleceu devido à intoxicação por bebida alcoólica contaminada com metanol. Esta é a 12ª morte registrada em São Paulo por este motivo.
De acordo com o boletim da Secretaria de Saúde, o estado acumula 52 casos de intoxicação confirmados. O cenário tem gerado preocupações e medidas investigativas. Até o momento, outras quatro mortes estão sob investigação, envolvendo vítimas de Guariba, São José dos Campos e Cajamar.
Os casos fatais em São Paulo se dividem entre as cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo, Osasco, Jundiaí, Sorocaba e Mauá. As idades das vítimas variam de 23 a 62 anos, envolvendo homens e mulheres.
As autoridades estão focadas em apreender as bebidas adulteradas e responsabilizar os envolvidos na falsificação, declarou o governo do estado.
No ano anterior, vários casos de venda ilegal de bebidas foram identificados, com produtos contendo metanol – uma substância altamente tóxica, causadora de severos riscos à saúde e até morte.
O Ministério da Saúde implementou uma sala de situação para acompanhar a crise, além de coordenar operações policiais. O esforço é para retirar os produtos comprometidos do mercado e punir os responsáveis pelos atos ilícitos.
Com a recente morte confirmada, o Brasil registra um total de 17 óbitos devido ao consumo de bebidas adulteradas com metanol. O estado de São Paulo é o mais atingido, reflectindo a urgência na implementação de medidas rigorosas para controlar a situação.